Observe a luz no cultivo
Acompanhe as condições no ponto de medição, considerando a altura das plantas e a posição do sensor.
Conheça a luz que chega às plantas.
Acompanhe a radiação fotossinteticamente ativa no cultivo e acrescente uma medida de luz às decisões de sombreamento, posicionamento e iluminação.
Coberturas, telas, sombras e a passagem das horas alteram a luz que chega ao cultivo. A medição de PAR ajuda a observar essas diferenças no ponto monitorado e a relacioná-las às necessidades da cultura.
Acompanhe as condições no ponto de medição, considerando a altura das plantas e a posição do sensor.
Compare leituras em diferentes condições de tela ou cobertura para apoiar os ajustes de manejo.
Considere a luz junto à temperatura, à umidade e ao estágio do cultivo para avaliar sua estratégia agronômica.
A leitura representa a luz incidente no sensor. Ela não mede diretamente a taxa de fotossíntese nem determina, sozinha, a produtividade. As metas de luz dependem da cultura, do estágio e das condições de produção.
Dados do fabricante para o RK200-02 Tipo A. A saída, a alimentação e a integração são selecionadas conforme a configuração fornecida para o projeto.
Consultar ficha do fabricante (PDF)A integração do sensor PAR ao DEMETRA IoT é definida no projeto, considerando o modelo e a aquisição dos dados. Com a leitura integrada, os gráficos e o histórico ajudam a acompanhar a luz junto às demais variáveis disponíveis na operação.
Conhecer o DEMETRA IoT
Quando a automação faz parte do projeto, o uso das leituras depende dos controladores, dos atuadores e das regras configuradas. O sensor, isoladamente, não executa acionamentos.
A escolha do sensor começa pela decisão que você precisa apoiar e pelas condições reais da operação.

Observe a luz sob a cobertura e acompanhe como ela varia nos pontos escolhidos para representar o cultivo.
Relacione as leituras às condições de tela e ao microclima para avaliar a estratégia de proteção e entrada de luz.
Planeje a medição conforme a fonte luminosa. Para uso com LEDs, selecione um sensor com resposta espectral e calibração adequadas à aplicação.
O dimensionamento considera o cultivo, o ambiente, os pontos de medição e os equipamentos que você já utiliza.
Defina altura e orientação conforme o objetivo. Evite sombras acidentais da estrutura ou da própria montagem e reavalie o ponto conforme as plantas crescem.
Confirme a adequação do sensor à luz solar e às fontes artificiais utilizadas. Resposta espectral, faixa e calibração fazem parte da seleção do equipamento.
Mantenha a superfície óptica limpa e siga as orientações de verificação do modelo. Para análises diárias, acompanhe também a regularidade e possíveis lacunas dos registros.
Não. PAR trata da faixa de luz usada na medição fotossintética, normalmente quantificada como PPFD. Radiação global mede irradiância em W/m² em outra faixa espectral. Uma conversão fixa não substitui a medição adequada.
Lux representa a iluminação ponderada pela sensibilidade da visão humana. PPFD quantifica fótons na faixa PAR. A relação muda conforme o espectro da fonte, por isso as leituras não são equivalentes.
DLI exige integrar leituras de PPFD válidas durante o dia. O sensor mede a luz; a disponibilidade desse cálculo no sistema deve ser definida no projeto. A contratação do sensor, por si só, não inclui automaticamente esse indicador.
A adequação depende da resposta espectral e da calibração do modelo. Informe as fontes de luz utilizadas para selecionar a configuração correspondente.
As leituras podem apoiar o manejo. Para executar acionamentos, o projeto precisa incluir controlador, atuadores e regras compatíveis. O sensor isolado não movimenta telas nem controla luminárias.
A meta considera a espécie, o estágio, o fotoperíodo e a estratégia agronômica. Uma leitura isolada não define um valor ideal universal.
Conte o que você produz, como é a cobertura e se utiliza iluminação suplementar. Vamos definir os pontos de medição e a integração adequada ao seu projeto.